Português desmembrado. Casa onde Diana morava em Diekirch foi revistada

Os moradores disseram ao Contact que Diana havia se mudado recentemente para Diekirch e estava morando com um homem.

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Tiago RODRIGUES

Tiago RODRIGUES

Os moradores disseram ao Contact que Diana havia se mudado recentemente para Diekirch e estava morando com um homem.

A casa que foi a última residência de Diana Santos, a portuguesa de 40 anos que foi encontrada desmembrada em Mont-Saint-Martin no dia 19 de setembro, foi revistada pelas autoridades.


Diana Santos tinha 40 anos e vivia no Luxemburgo.

Era do Porto e tinha um filho de 22 anos. De acordo com seu pai, ele era uma estrela de ‘karaokê’.


A porta da casa tem o selo da polícia. Segundo moradores de Diekirch que falaram com o Contact e pediram para não serem identificados, a portuguesa havia se mudado recentemente para a cidade e morava naquela casa com um homem.

Não se sabe que tipo de relacionamento os dois tinham. Nem a identidade do homem nem seu paradeiro são conhecidos por enquanto.


A porta da última casa onde Diana morou tem o selo da polícia.

A porta da última casa onde Diana morou tem o selo da polícia.

Foto: DR

Pessoas que falaram com a Contact dizem que Diana e o homem se mudaram para aquela casa recentemente e que a portuguesa esteve lá cerca de três semanas antes de ser encontrada morta. Acredita-se, portanto, que ambos se mudaram em agosto.

Entre os moradores, ninguém soube dizer qual era a ocupação de Diana na cidade, mas a mulher foi vista ali na região. Antes de se mudar para Diekirch, ela trabalhou em um café em Ettelbruck por cerca de dois meses, entre maio e junho. Naquela época, ela morava em um quarto acima desse mesmo café.

Os moradores de Ettelbruck que falaram com o Contact também pediram para não serem identificados, mas disseram que Diana costumava cantar ‘karaokê’ em cafés. Já naquela época, ela foi vista acompanhada pelo homem com quem mais tarde viveria em Diekirch.

Marcha Branca sobre Athus

Antes de viver em Ettelbruck, a portuguesa residia há mais de um ano em Athus, na Bélgica, perto da fronteira com o Luxemburgo. Amigos e conhecidos estão organizando através das redes sociais uma marcha branca em homenagem a Diana naquela cidade, no dia 22 de outubro.


Diana Santos tinha 40 anos e vivia no Luxemburgo.

O irmão de Diana Santos diz ter informações importantes para dar às autoridades e está disponível para vir ao Luxemburgo.


A marcha acontecerá no parque de diversões ao lado da biblioteca por volta das 16h. Os organizadores pedem aos participantes que tragam balões brancos ou dourados e roupas brancas. Durante o lançamento dos balões, será projetado um vídeo de Diana cantando, uma de suas grandes paixões.

Também pelas redes sociais, o filho de Diana fez uma homenagem à mãe nesta quarta-feira. “Minha rainha, até um dia, descanse em paz que a justiça será feita”, escreveu o jovem de 22 anos, que está em Vila do Conde com o tio e a avó.

Diana Santos era do Porto. Segundo seu irmão, Vítor Santos, que falou com o contatoviveu no Luxemburgo durante “cerca de quatro ou cinco anos”.


Imagem ilustrativa.

O pai da portuguesa que vivia no Luxemburgo e que foi encontrada desmembrada em França falou em exclusivo com a Contacto.


Esta não foi a primeira experiência da portuguesa no estrangeiro. Seu pai, que também havia falado contactarrevela que sua filha sempre trabalhou como garçonete e ajudante de cozinha.

O Ministério Público do Luxemburgo confirmou esta segunda-feira, em em primeira mão para contatoque a vítima era portuguesa e vivia no Grão-Ducado.

Na sequência desta notícia, o Ministério Público de Nancy, França, confirmou na terça-feira que as autoridades luxemburguesas identificaram o corpo graças ao tatuagens e o uso de DNA e acrescentou que entregou o caso ao Parquet de Dierkich.


O corpo desmembrado foi encontrado por um garoto de 16 anos atrás de um prédio abandonado em Mont-Saint-Martin.

A informação foi confirmada pela primeira vez à Contact pelo Ministério Público do Luxemburgo.


O corpo desmembrado da mulher foi encontrado em 19 de setembro por um garoto de 16 anos atrás de um prédio abandonado, nas proximidades da prefeitura de Mont-Saint-Martin, no departamento de Meurthe-et-Moselle.

O caso está a ser investigado pelas autoridades francesas e luxemburguesas.

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